Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
- Literatura:
- 16 artigos
Que lesão de órgão idoxuridina pode causar? exantema medicamentoso, doença da córnea, ceratite, sarcoma, carcinoma, conjuntivite, eritema, lesões orais, citopenia, dermatite atópica, doença genética, leucopenia, lesão hepática medicamentosa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, adenocarcinoma, complicações na gravidez, doença do sistema nervoso central, eritema multiforme, estomatite, exoftalmia, fibrossarcoma, imunodeficiência, retinopatia, uveíte, agranulocitose, anemia aplástica, trombocitopenia, urticária e angioedema, fotossensibilidade, adenoma, anemia, anomalias craniofaciais, aplasia de medula óssea, artrite, artropatia, carcinoma espinocelular, carcinoma urotelial, catarata, conjuntivite alérgica, descolamento de retina, doença da bexiga, doença do enxerto contra hospedeiro, doença vascular, fenda palatina, glaucoma, hepatocarcinoma, hipertensão ocular, infeção ocular, irite, leucemia, linfoma, linfoma não Hodgkin, nefropatia, neoplasia da bexiga, neoplasia das vias respiratórias, neutropenia, papiloma, paralisia, pé torto, perturbação sensorial, perturbação visual, transtornos linfoproliferativos, tumor de pele, tumor pulmonar e úlcera de córnea.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.