Tumor de pele
BProvávelCutânea- Literatura:
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Que lesão de órgão peróxido de benzoílo pode causar? tumor de pele, exantema medicamentoso, eritema, fotossensibilidade, papiloma, carcinoma, acne, doença das glândulas sebáceas, carcinoma espinocelular, distúrbio da Pigmentação, prurido, urticária e angioedema, coagulopatia, condição pré-maligna, eczema, hiperpigmentação, lesões orais, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, melanoma, púrpura, rosácea, tumor neuroendócrino, angioedema, asma, ceratoacantoma, doença dos brônquios, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, estomatite, exantema, foliculite, gengivite, hipersensibilidade respiratória, hipopigmentação, leucoplasia, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.