Transtornos linfoproliferativos
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Que lesão de órgão pimecrolimus pode causar? transtornos linfoproliferativos, linfoma, tumor de pele, exantema medicamentoso, rosácea, prurido, piodermite, distúrbio da Pigmentação, eritema, carcinoma, carcinoma espinocelular, lesões orais, conjuntivite, dermatite atópica, doença autoimune, doença genética, doença vulvar, exantema, faringite, hiperpigmentação, hipopigmentação, lentigem, leucemia, leucemia linfoide, melanose, telangiectasia, vitiligo, dRESS, acne, blefarite, carcinoma basocelular, dermatite perioral, dissonia, doença das glândulas sebáceas, doença óssea, eczema, hiperemia, insônia, linfoma não Hodgkin, lúpus eritematoso sistêmico, mastocitose, melanoma, osteoporose, sarcoma e tumor neuroendócrino.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.