Fibrose pulmonar
CPossívelRespiratóriaA pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
- Relatos no FAERS:
- 12
- ROR:
- 1,1 (IC 95% 0,6–2)
- Literatura:
- 3 artigos
Que lesão de órgão baricitinibe pode causar? fibrose pulmonar, pneumonite intersticial, doença genética, alopécia, artropatia, dermatite atópica, exantema medicamentoso, artrite, doença autoimune, alopecia areata, artrite reumatoide, psoríase, trombose, gastroenterite, cardiomiopatia, lesão hepática medicamentosa, acne, doença das glândulas sebáceas, doença ocular, enterite, faringite, hepatite Viral, lesões orais, mialgia, miopatia, nasofaringite, transtornos linfoproliferativos, trombose venosa, miocardite, dRESS, cirrose hepática, colite, colite ulcerosa, distúrbio da Pigmentação, doença inflamatória intestinal, doença óssea, eczema, embolia, embolia pulmonar, eosinofilia, fibrose pulmonar idiopática, foliculite, gripe, hepatite B, hepatite E, hipopigmentação, linfoma, linfoma não Hodgkin, líquen plano, lúpus eritematoso sistêmico, molusco contagioso, nefropatia, osteoartrite, paniculite, piodermite gangrenosa, pneumonia, progeria, prurido, sarcoma, sarcoma de Kaposi, sinovite, úlcera e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.