Olaparibe

Que lesão de órgão olaparibe pode causar? pneumonite intersticial, trombocitopenia, agranulocitose, anemia, citopenia, leucopenia, neutropenia, síndrome mielodisplásica, gastroenterite, pneumocistose por imunossupressão, neuropatia periférica, lesão renal aguda, fibrose pulmonar, lesão hepática medicamentosa, doença dos ovários, tumor do ovário, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, exantema medicamentoso, artropatia, colite, pneumonia, artrite, doença pulmonar obstrutiva, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, cardiomiopatia, prolongamento do intervalo QT, alopécia, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, artropatia por deposição de cristais, asma, cardiopatia congênita, distúrbio da Pigmentação, doença da mama, doença dos brônquios, doença genética, doença pulmonar obstrutiva crônica, embolia, embolia pulmonar, enfisema pulmonar, gastrite, gota, hiperpigmentação, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, infertilidade, infertilidade feminina, insuficiência renal, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, micose pulmonar, nefropatia, neoplasia da mama, nevralgia, sinovite e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Pneumonite intersticial

BProvávelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
331
ROR:
4,2 (IC 95% 3,84,7)
Literatura:
5 de 5 artigos

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
472
ROR:
2,1 (IC 95% 1,92,3)
Literatura:
4 de 5 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
176
ROR:
0,8 (IC 95% 0,71)
Literatura:
5 de 5 artigos

Pneumocistose por imunossupressão

CPossívelRespiratória

A droga não causa o infiltrado, causa a brecha: corticoide prolongado, rituximabe, metotrexato. Importa porque tem profilaxia, e a decisão de profilaxar depende de saber qual esquema abre a porta.

Relatos no FAERS:
31
ROR:
2,8 (IC 95% 24)
Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
435
ROR:
1,6 (IC 95% 1,51,8)
Literatura:
3 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
403
ROR:
1 (IC 95% 0,91,1)
Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
16
ROR:
0,7 (IC 95% 0,41,1)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
51
ROR:
0,6 (IC 95% 0,40,7)
Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
14
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.