Gefitinib

Que lesão de órgão gefitinib pode causar? pneumonite intersticial, derrame pleural, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, lesão pulmonar, citopenia, lesão pulmonar aguda, miopatia, nefropatia, fibrose pulmonar, prolongamento do intervalo QT, trombocitopenia, cistite hemorrágica, pneumonia intersticial aguda, pneumonite por inibidor de EGFR, anemia, arritmia cardíaca, aspergilose pulmonar, aspergilose pulmonar invasiva, cardiopatia congênita, ceratite, cistite, derrame pleural maligno, distúrbio da Pigmentação, doença da bexiga, doença da córnea, exantema, hiperpigmentação, insuficiência renal, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, leucopenia, líquen plano, micose pulmonar, miosite, neoplasia da pleura, neoplasia das vias respiratórias, pancreatite, paroníquia, perda auditiva sensorioneural, perturbação sensorial, pneumonia, rabdomiólise, surdez e transtorno auditivo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
247
ROR:
7,4 (IC 95% 6,58,4)
Literatura:
3 artigos

Derrame pleural

CPossívelRespiratória

Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.

Relatos no FAERS:
171
ROR:
6,3 (IC 95% 5,57,4)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
199
ROR:
5,3 (IC 95% 4,66)
Literatura:
8 de 30 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
444
ROR:
1,5 (IC 95% 1,41,7)
Literatura:
2 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
9
Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia intersticial aguda

CPossívelRespiratória

Insuficiência respiratória em dias a semanas, com vidro fosco difuso e dano alveolar na histologia — a SDRA sem causa aparente. Antes de chamar de idiopática, a lista de fármacos do mês anterior é a primeira coisa a olhar.

Literatura:
1 artigos

Pneumonite por inibidor de EGFR

CPossívelRespiratória

Incidência muito maior em japoneses, e mortalidade alta quando o padrão é dano alveolar difuso. Aparece nas primeiras semanas; fibrose prévia é o principal fator de risco conhecido.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.