Torsades de pointes
AEstabelecidoCardíacaTaquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
- Relatos no FAERS:
- 379
- ROR:
- 20,4 (IC 95% 18,3–22,6)
- Literatura:
- 14 de 15 artigos
Que lesão de órgão loperamida pode causar? torsades de pointes, arritmia cardíaca, taquicardia, taquicardia ventricular, obstrução intestinal, íleo paralítico, pancreatite, pseudo-obstrução intestinal, prolongamento do intervalo QT, cardiomiopatia, bradicardia, bloqueio atrioventricular, gastroenterite, cardiopatia congênita, megacólon, colite pseudomembranosa, doença genética, enterocolite, perda de consciência, convulsão, anafilaxia, bloqueio de ramo, colite, confusão, delirium, nefropatia, prurido, retenção urinária, síncope, síndrome de Brugada, infarto do miocárdio, exantema medicamentoso, erupção fixa por droga, apendicite, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, catatonia, colite isquêmica, colite ulcerosa, diabetes mellitus, disfunção ventricular esquerda, doença inflamatória intestinal, enterite, fibrilhação ventricular, gastroparesia, hiperalgesia, hipóxia cerebral, miocardiopatia de takotsubo, parada cardíaca, paralisia, perturbação sensorial e síndrome do cólon irritável.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.