Iodixanol

Que lesão de órgão iodixanol pode causar? exantema medicamentoso, nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, fibrilhação ventricular, anafilaxia, exantema, perturbação sensorial, urticária e angioedema, insuficiência renal crônica, trombose, lesões orais, convulsão, erupção fixa por droga, coronariopatias, doença da tireoide, angioedema, bolha, cegueira, disgeusia, hipotensão arterial, pancreatite, prurido, sialadenite, trombose coronariana, edema pulmonar não cardiogênico, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, trombocitopenia, dRESS, aneurisma, aneurisma da aorta, caxumba, citopenia, colite, contração ventricular prematura, diabetes mellitus, dispneia, dissecção da aorta, doença cerebrovascular, doença da laringe, doença genética, edema cerebral, eritrodermia, erro metabólico hereditário, espasmo, fibrilação auricular, gastroenterite, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiperhomocisteinemia, hipersensibilidade de tipo III, hipertiroidismo, laringite, lesão pulmonar, má-absorção intestinal, necrose tubular aguda, parotidite, proteinúria, ruptura da aorta, taquicardia, taquicardia ventricular, tiroidite, tirotoxicose, transtorno respiratório, vasculite e vasoespasmo coronariano.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

AEstabelecidoCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
455
ROR:
4,3 (IC 95% 3,94,8)
Literatura:
15 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
93 de 108 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Relatos no FAERS:
232
ROR:
5,8 (IC 95% 5,16,7)
Literatura:
3 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Relatos no FAERS:
2
Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.