Ácido ioxáglico

Que lesão de órgão ácido ioxáglico pode causar? nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, anafilaxia, fibrilhação ventricular, edema pulmonar não cardiogênico, taquicardia, trombose, coronariopatias, exantema medicamentoso, trombose coronariana, taquicardia ventricular, bradicardia, cegueira, epilepsia, epilepsia focal, hipotensão arterial, lesões orais, pancreatite, perturbação sensorial, proteinúria, transtorno respiratório, úlcera, vasoespasmo coronariano, broncoespasmo, insuficiência cardíaca, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, trombocitopenia, urticária e angioedema, artralgia, artropatia, cardiopatia congênita, citopenia, diabetes mellitus, dispneia, doença da laringe, doença da tireoide, doença dos brônquios, doença inflamatória pélvica, enxaqueca, exantema, flebite, glaucoma, hipertensão ocular, insuficiência renal crônica, laringite, lesão da medula espinhal, mielopatia, necrose tubular aguda, patologia uterina, priapismo, prurido, salpingite, sangramento uterino anormal, sialadenite, tiroidite, tosse, trombofilia, tromboflebite, trombose venosa e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
17 de 21 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
5 de 5 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.