Hexaclorofeno

Que lesão de órgão hexaclorofeno pode causar? edema cerebral, paralisia, doença ocular, perturbação sensorial, convulsão, complicações na gravidez, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, lesão hepática medicamentosa, asma, cegueira, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, neuropatia óptica, aborto espontâneo, arritmia cardíaca, atrofia óptica, coma, distúrbio da Pigmentação, encefalite, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, bradicardia, esteatose hepática, acne, dificuldade de aprendizagem, dispraxia, doença autoimune, doença da córnea, doença das glândulas sebáceas, doença endócrina, doença genética, eczema, encefalomielite autoimune experimental, epilepsia, erro metabólico hereditário, hiperpigmentação, hipotensão arterial, icterícia neonatal, infertilidade, infertilidade masculina, insuficiência placentária, leucemia, leucemia mieloide, linfoma, linfoma não Hodgkin, lipidose, melanose, mielopatia, oligospermia, papiledema, parada cardíaca, perda do embrião, retinopatia, sarcoma, transtorno da comunicação, transtornos linfoproliferativos, traumatismo craniano, tremor, tumor cerebral, uretrite e vaginite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Convulsão

BProvávelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
4 de 5 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
5 de 12 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
5 de 6 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
5 de 22 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 6 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.