Nefropatia
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Que lesão de órgão ácido desoxicólico pode causar? nefropatia, lesão hepática medicamentosa, paniculite, gastroenterite, insuficiência renal, lesão renal aguda, colite, condição pré-maligna, pancreatite, agranulocitose, adenoma, carcinogênese, citopenia, epilepsia, leucopenia, neutropenia, colestase, esteatose hepática, adenocarcinoma, carcinoma, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença inflamatória intestinal, flebite, granuloma, hipoestesia, lesões orais, peritonite, perturbação sensorial, retinopatia, transtornos linfoproliferativos, traumatismo craniano, vasculite, convulsão, neuropatia periférica, alopécia, arritmia cardíaca, catarata, celulite, colelitíase, colite ulcerosa, convulsão febril, descolamento de retina, displasia, doença da vesícula biliar, enterite, epilepsia focal, esofagite, gastrite, paralisia, paralisia facial, parotidite, prurido, sialadenite, síndrome inflamatória de reconstituição imune, tumor do pâncreas, úlcera gástrica, úlcera péptica e uremia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.