Lisina

Que lesão de órgão lisina pode causar? asma por aspirina, nefropatia, doença dos brônquios, asma, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, lesão renal aguda, insuficiência renal, sangramento gastrointestinal, anafilaxia, diabetes mellitus, hipertensão pulmonar, lesão hepática medicamentosa, esteatose hepática, urticária e angioedema, cirrose hepática, complicações na gravidez, doença autoimune, hiper-reatividade brônquica, hipertensão arterial, infertilidade, pancreatite, pênfigo, perturbação sensorial, proteinúria, colestase, nefrite intersticial aguda, convulsão, exantema medicamentoso, angioedema, carcinogênese, carcinoma, colite, colite ulcerosa, condição pré-maligna, congestão nasal, diabetes gestacional, dispneia, doença da vesícula biliar, doença genética, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença inflamatória intestinal, doença periodontal, eritema, flebite, gastroenterite, gengivite, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, infertilidade feminina, infertilidade masculina, insuficiência respiratória, lesões orais, leucocitose, nefrite, neuropatia óptica, obstrução das vias aéreas, papiledema, peritonite, prurido, retinopatia, síndrome de Fanconi, tosse, transtorno auditivo, transtorno respiratório, uremia e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Asma por aspirina

CPossívelRespiratória

Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.

Literatura:
14 de 31 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
5 de 25 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
2 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
2 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.