Cálculo renal
BProvávelRenal- Literatura:
- 27 de 32 artigos
Que lesão de órgão triantereno pode causar? cálculo renal, insuficiência renal, lesão renal aguda, anemia, anemia megaloblástica, nefrite intersticial aguda, citopenia, pancitopenia, nefropatia, nefrite, exantema medicamentoso, anemia hemolítica, fotossensibilidade, anemia hemolítica autoimune, diabetes mellitus, doença autoimune, ametropia, diabetes insípida, lesões orais, miopia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, convulsão, nefropatia por cristais, pseudoporfiria, anafilaxia, anomalias craniofaciais, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, ataxia, cãibra, cardiopatia congênita, cólica, doença da bexiga, doença genética, erro metabólico hereditário, fenda labial, fenda palatina, gota, hiperaldosteronismo, insuficiência renal crônica, leucopenia, má-absorção intestinal, miopatia, necrose tubular aguda, nefropatia diabética, nefropatia hipertensiva, pancreatite, paralisia, perturbação sensorial, pielonefrite, retenção urinária, tetraplegia e uremia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Creatinina que sobe horas depois da dose, com cristais no sedimento e pouco mais. Aciclovir em bolus, metotrexato em dose alta, sulfadiazina e indinavir são os clássicos — e hidratação com correção do pH previne o que o tratamento depois não desfaz.
Bolhas e fragilidade no dorso das mãos iguais às da porfiria cutânea tardia, com porfirinas normais. Naproxeno em criança e furosemida em diálise são os cenários de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.