Protamina

Que lesão de órgão protamina pode causar? hipertensão pulmonar, anafilaxia, hipotensão arterial, hipertensão arterial, edema pulmonar não cardiogênico, trombose coronariana, broncoespasmo, trombocitopenia, citopenia, cistite, doença da bexiga, arritmia cardíaca, trombocitopenia induzida por heparina, coronariopatias, parada cardíaca, trombose, cistite intersticial, nefropatia, proteinúria, transtorno respiratório, síndrome do desconforto respiratório agudo, exantema medicamentoso, cardiomiopatia, bradicardia, acidente vascular cerebral, coagulopatia, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, glomerulonefrite, insuficiência renal, leucopenia, nefrite, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, agranulocitose, neuropatia periférica, urticária e angioedema, adenocarcinoma, bloqueio de ramo, carcinoma, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, coagulação intravascular disseminada, diátese hemorrágica, doença genética, embolia, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, glomeruloesclerose segmentar e focal, granuloma, hiperalgesia, hiperemia, hipertonia, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, leucocitose, malformação do aparelho respiratório, miopatia, nevralgia, peritonite, perturbação sensorial, rabdomiólise, sequestro pulmonar, sindrome vasoplégica, tamponamento cardíaco, tetania, transtornos linfoproliferativos, trombofilia e vasoespasmo coronariano.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Hipertensão pulmonar

AEstabelecidoRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Relatos no FAERS:
20
ROR:
6,4 (IC 95% 4,19,9)
Literatura:
33 de 55 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Relatos no FAERS:
13
ROR:
1,2 (IC 95% 0,72)
Literatura:
2 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
14 de 61 artigos

Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.

Relatos no FAERS:
4
Literatura:
5 de 28 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
2 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
2 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.