Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 51 de 52 artigos
Que lesão de órgão perexilina pode causar? lesão hepática medicamentosa, neuropatia periférica, polineuropatia, cirrose hepática, neuropatia óptica, doença desmielinizante, papiledema, perturbação sensorial, doença autoimune, parestesia, esteatose hepática, doença genética, erro metabólico hereditário, lipidose, parkinsonismo, distúrbios do sistema vestibular, miopatia, vertigem, ataxia, doença da tireoide, torsades de pointes, colestase, lesão renal aguda, ceratopatia vorticilada, adenocarcinoma, afonia, arritmia cardíaca, atrofia óptica, carcinoma, ceratite, cirrose biliar primária, colestase intra-hepática da gravidez, distúrbio da voz, doença da córnea, doença da laringe, doença de depósito lisossômico, encefalopatia hepática, esfingolipidose, gangliosidose, granuloma, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hepatocarcinoma, hepatomegalia, hiperestesia, hipertensão intracraniana idiopática, hipertiroidismo, insuficiência hepática, insuficiência renal, mielopatia, nefropatia, neurite, neurite óptica, paralisia, perturbação visual, retinopatia, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno alimentar, transtornos linfoproliferativos e tremor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.