Leflunomida

Que lesão de órgão leflunomida pode causar? fibrose pulmonar, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, pneumonite intersticial, neuropatia periférica, pneumonia em organização, hipertensão pulmonar, dRESS, agranulocitose, trombocitopenia, doença autoimune, artrite, artropatia, citopenia, colite, gastroenterite, alopécia, alopecia areata, artrite reumatoide, hipertensão arterial, miopatia, nefropatia, pancitopenia, lesão renal aguda, miopatia necrosante imunomediada, osteonecrose dos maxilares por medicamento, aborto espontâneo, acidente isquémico transitório, artropatia por deposição de cristais, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, colite colagenosa, colite microscópica, complicações na gravidez, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, doença genética, doença ocular, doença pulmonar obstrutiva, eosinofilia, eritema, eritema multiforme, erro metabólico hereditário, fibrose pulmonar idiopática, glomerulonefrite, gota, hematúria, histiocitose, insuficiência renal, isquémia cerebral, leucopenia, linfo-histiocitose hemofagocítica, lúpus eritematoso discóide, meningite, meningite asséptica, miosite, nefrite, nefropatia por IgA, neoplasia da próstata, parto pré-termo, pneumonia intersticial idiopática e rabdomiólise.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
2.371
ROR:
23,6 (IC 95% 22,624,6)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
2.772
ROR:
6,5 (IC 95% 6,36,8)
Literatura:
6 de 38 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
16.448
ROR:
5,5 (IC 95% 5,55,6)
Literatura:
5 de 40 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
1.786
ROR:
4,6 (IC 95% 4,44,9)
Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
2.817
ROR:
2,2 (IC 95% 2,12,2)
Literatura:
1 artigos

Pneumonia em organização

CPossívelRespiratória

Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.

Relatos no FAERS:
48
ROR:
1,9 (IC 95% 1,42,5)
Literatura:
1 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Relatos no FAERS:
63
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
31
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
3 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
89
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
92
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
82
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
1 artigos

Miopatia necrosante imunomediada

CPossívelMusculoesquelética

Fraqueza proximal com CK muito alta que continua piorando depois de suspender a estatina — é o que separa da mialgia comum. Anticorpo anti-HMGCR confirma, e o tratamento é imunossupressão, não só retirada.

Relatos no FAERS:
3
Literatura:
1 artigos

Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.