Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
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Que lesão de órgão gliconato de clorexidina pode causar? exantema medicamentoso, anafilaxia, perturbação sensorial, transtorno respiratório, lesões orais, doença da córnea, ceratite, estomatite, doença periodontal, peritonite, cálculo dental, urticária e angioedema, síndrome do desconforto respiratório agudo, doença da tireoide, doença óssea, erosão dentária, hipotensão arterial, hipotiroidismo, infeção ocular, prurido, trauma facial, traumatismo craniano, úlcera de córnea, lesão hepática medicamentosa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, apneia, balanopostite, catarata, celulite, ciliopatia, cirrose hepática, colite, disfunção testicular, dispneia, doença de Peyronie, doença genética, doença urológica, eritema, eritema multiforme, exantema, gastroenterite, granuloma, hipertensão arterial, hipoestesia, ictiose, infertilidade, infertilidade masculina, necrose avascular, oligospermia, osteomielite, perda auditiva sensorioneural, queratose, reabsorção óssea, surdez, transtorno auditivo, transtornos da motilidade ciliar, transtornos linfoproliferativos e vaginite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.