Fisostigmina

Que lesão de órgão fisostigmina pode causar? arritmia cardíaca, convulsão, confusão, tremor, delirium, parada cardíaca, bradicardia, coma, perda de consciência, catalepsia patológica, retinopatia, transtorno respiratório, hipertensão arterial, amnésia, apneia, carcinogênese, catarata, descolamento de retina, displasia, doença gastrointestinal, insuficiência respiratória, paralisia, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, taquicardia, agranulocitose, parkinsonismo, apraxia, ataxia, atetose, choreia, citopenia, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, doença neuromuscular, epilepsia, epilepsia focal, espasmo, estado de mal epilético, fasciculação, fibrilação auricular, hiper-reatividade brônquica, hipotensão arterial, isquémia cerebral, leucopenia, mioclonia, miose, paralisia respiratória, perturbação visual, ptose, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular e transtornos do humor.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
15 de 125 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
5 de 19 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.