Nefropatia
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Que lesão de órgão adefovir pode causar? nefropatia, doença genética, síndrome de Fanconi, doença óssea, osteomalacia, raquitismo, insuficiência renal, miopatia, glicosúria, lesão renal aguda, hematúria, insuficiência renal crônica, osteoporose, proteinúria, lesão hepática medicamentosa, insuficiência hepática aguda, esteatose hepática, anemia aplástica, trombocitopenia, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, anemia, anemia de Fanconi, aplasia de medula óssea, carcinoma, cardiopatia congênita, cirrose hepática, citopenia, doença autoimune, doença do sistema nervoso central, eritema, eritema multiforme, estomatite, fraqueza muscular, glomerulonefrite, hepatite B, hepatite Viral, hepatocarcinoma, ictiose, insuficiência hepática, lesões orais, lipodistrofia, miopatia mitocondrial, nefrite, nefropatia membranosa, pancreatite, perturbação sensorial, polidactilia, queratose, rabdomiólise e raquitismo hipofosfatémico.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.