Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
- Literatura:
- 31 artigos
Que lesão de órgão clortetraciclina pode causar? exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, nefropatia, fotossensibilidade, complicações na gravidez, erupção fixa por droga, aborto espontâneo, doença congênita, granuloma, esteatose hepática, doença óssea, eritema, insuficiência renal, lesões orais, transtornos linfoproliferativos, lesão renal aguda, agranulocitose, anemia hemolítica, convulsão, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, acidente vascular cerebral, adenocarcinoma, anemia, arteriosclerose, aterosclerose, carcinoma, cárie dentária, coagulopatia, colite pseudomembranosa, condição pré-maligna, diabetes insípida, doença cerebrovascular, doença inflamatória pélvica, doença ocular, doença periodontal, doença respiratória, endometrite, enterocolite, eritema multiforme, estomatite, gastroenterite, hematúria, hemoglobinúria, hepatocarcinoma, infertilidade, infertilidade feminina, insuficiência renal crônica, isquémia cerebral, leucopenia, líquen plano, lupus vulgaris, nefrite, pancreatite, patologia uterina, proteinúria, queratose, reabsorção óssea, transtorno alimentar e tumor de pele.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.