Arritmia cardíaca
BProvávelCardíaca- Literatura:
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Que lesão de órgão galantamina pode causar? arritmia cardíaca, prolongamento do intervalo QT, bradicardia, cardiopatia congênita, pneumonia, bloqueio de ramo, exantema medicamentoso, tremor, distonia, perda de consciência, síncope, bloqueio neuromuscular residual, transtorno respiratório, bloqueio atrioventricular, agranulocitose, convulsão, parkinsonismo, discinesia tardia, apneia, citopenia, confusão, delirium, demência, disfagia, dissonia, doença autoimune, doença dos brônquios, hipocinesia, hipotensão arterial, hipotensão postural, incontinência urinária, insônia, insuficiência respiratória, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, lesões orais, leucopenia, mioclonia, miopatia, neoplasia das vias respiratórias, neutropenia, paranoia, penfigoide bolhoso, perdigoto, perturbação cognitiva, rabdomiólise, síncope vasovagal, transtorno bipolar, transtorno do espectro esquizofrênico, transtornos do humor e tumor pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Fraqueza que sobra na sala de recuperação depois do bloqueador não despolarizante, com TOF abaixo de 0,9. Manifesta-se como obstrução de via aérea e broncoaspiração, não como aperto de mão fraco, e é por isso que passa. Quem mede com o monitor escolhe entre neostigmina e sugamadex; quem estima pelo relógio erra.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Movimentos orofaciais depois de meses a anos de bloqueio dopaminérgico. Pode ser permanente, e aumentar a dose mascara antes de piorar.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.