Fexofenadina

Que lesão de órgão fexofenadina pode causar? arritmia cardíaca, perturbação mental, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, taquicardia, taquicardia ventricular, urticária e angioedema, exantema medicamentoso, torsades de pointes, dissonia, hipersensibilidade respiratória, hipersonia, tosse, transtorno respiratório, colite, colite ulcerosa, doença dos brônquios, doença inflamatória intestinal, gastroenterite, esteatose hepática, arteriosclerose, asma, ataxia, aterosclerose, complicações na gravidez, doença do sistema nervoso central, doença do soro, doença pulmonar obstrutiva, febre dos fenos, fibrilhação ventricular, hiper-reatividade brônquica, hipersensibilidade de tipo III, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, lesões orais, miopatia, parassonia, parto pré-termo, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, prurido, psoríase, rabdomiólise, rinite, rinite alérgica perene, síncope, sonambulismo, tremor, vasculite, xeroftalmia e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
7 de 9 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Relatos no FAERS:
165
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
12 de 70 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
7 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
3 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.