Doença congênita
BProvávelCongênita e neonatal- Literatura:
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Que lesão de órgão desloratadina pode causar? doença congênita, perturbação mental, urticária e angioedema, exantema medicamentoso, lesões orais, arritmia cardíaca, ataxia, lesão hepática medicamentosa, convulsão, doença genética, perturbação sensorial, prurido, rinite, tremor, úlcera bucal, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, colestase, neuropatia periférica, adenocarcinoma, angioedema, carcinoma, cardiopatia congênita, colite, dermatite atópica, dissonia, epilepsia, erro metabólico hereditário, faringite, febre dos fenos, gastroenterite, hepatocarcinoma, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, hipersonia, lipidose, midríase, perturbação cognitiva, taquicardia, taquicardia ventricular e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.