Derrame pleural
BProvávelRespiratóriaExsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
- Relatos no FAERS:
- 166
- ROR:
- 6,2 (IC 95% 5,3–7,2)
- Literatura:
- 7 de 7 artigos
Que lesão de órgão bosutinibe pode causar? derrame pleural, edema pulmonar não cardiogênico, hipertensão pulmonar, exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, exantema, hipertensão arterial, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide crônica, neoplasia mieloproliferativa, cardiomiopatia, infarto do miocárdio, doença cerebrovascular, isquémia cerebral, valvopatia, insuficiência hepática aguda, acidente vascular cerebral, aneurisma, aneurisma da aorta, aneurisma de aorta abdominal, angina, cãibra, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, cardiomiopatia hipertrófica, derrame pericárdico, derrame pleural maligno, doença genética, doença óssea, edema cerebral, eosinofilia, estenose aórtica, estenose da artéria carótida, hipertensão arterial pulmonar, infarto cerebral, insuficiência hepática, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, linfadenopatia, mialgia, miopatia, necrose avascular, nefropatia, neoplasia da pleura, neoplasia das vias respiratórias, pneumonia, proteinúria, prurido, quilotórax e síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.