Vemurafenibe

Que lesão de órgão vemurafenibe pode causar? exantema medicamentoso, uveíte, fotossensibilidade, dRESS, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, agranulocitose, exantema, carcinoma, carcinoma espinocelular, ceratoacantoma, queratose, retinopatia, tumor de pele, doença autoimune, síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada, transtornos linfoproliferativos, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, citopenia, degenerescência macular, doença genética, eosinofilia, granuloma, leucopenia, pancreatite, paniculite, sarcoidose, reação sarcoide por fármaco, insuficiência cardíaca, trombocitopenia, neuropatia periférica, dermatite por recall de radiação, anemia, bloqueio de ramo, cardiopatia congênita, ceratodermia palmoplantar, cisto, cisto epidermoide, distúrbio da Pigmentação, doença periodontal, eritema, eritema multiforme, esclerite, foliculite, gengivite, hiperpigmentação, hipertensão arterial, ictiose, infeção sexualmente transmissível, insuficiência renal, lesões orais, melanose, nefropatia, neutropenia, papiloma, pneumonia, polineuropatia, síndrome paraneoplásica, vasculite, verruga e verruga genital.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

AEstabelecidoCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.788
ROR:
5,1 (IC 95% 4,95,4)
Literatura:
19 de 88 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Relatos no FAERS:
787
ROR:
63,7 (IC 95% 59,268,6)
Literatura:
2 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
123
ROR:
8,6 (IC 95% 7,210,2)
Literatura:
5 de 9 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
90
ROR:
4,1 (IC 95% 3,45,1)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
106
ROR:
2,1 (IC 95% 1,72,5)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
280
ROR:
1,2 (IC 95% 11,3)
Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
73
ROR:
0,6 (IC 95% 0,50,7)
Literatura:
2 artigos

Reação sarcoide por fármaco

CPossívelRespiratória

Granuloma não caseoso com adenomegalia hilar sob interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Capta no PET e é lido como progressão do câncer — a biópsia é o que evita trocar um tratamento que está funcionando.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Eritema que reacende exatamente no campo irradiado meses antes, horas a dias depois de uma dose de quimioterapia. O limite geométrico na pele é o que dá o diagnóstico e afasta infecção.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.