Que lesão de órgão vemurafenibe pode causar? exantema medicamentoso, uveíte, fotossensibilidade, dRESS, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, agranulocitose, exantema, carcinoma, carcinoma espinocelular, ceratoacantoma, queratose, retinopatia, tumor de pele, doença autoimune, síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada, transtornos linfoproliferativos, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, citopenia, degenerescência macular, doença genética, eosinofilia, granuloma, leucopenia, pancreatite, paniculite, sarcoidose, reação sarcoide por fármaco, insuficiência cardíaca, trombocitopenia, neuropatia periférica, dermatite por recall de radiação, anemia, bloqueio de ramo, cardiopatia congênita, ceratodermia palmoplantar, cisto, cisto epidermoide, distúrbio da Pigmentação, doença periodontal, eritema, eritema multiforme, esclerite, foliculite, gengivite, hiperpigmentação, hipertensão arterial, ictiose, infeção sexualmente transmissível, insuficiência renal, lesões orais, melanose, nefropatia, neutropenia, papiloma, pneumonia, polineuropatia, síndrome paraneoplásica, vasculite, verruga e verruga genital.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Granuloma não caseoso com adenomegalia hilar sob interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Capta no PET e é lido como progressão do câncer — a biópsia é o que evita trocar um tratamento que está funcionando.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Eritema que reacende exatamente no campo irradiado meses antes, horas a dias depois de uma dose de quimioterapia. O limite geométrico na pele é o que dá o diagnóstico e afasta infecção.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.