Doença do sistema nervoso central
CPossívelNeurológica- Literatura:
- 15 de 158 artigos
Que lesão de órgão sulphur pode causar? doença do sistema nervoso central, doença pulmonar obstrutiva, acne, doença das glândulas sebáceas, doença dos brônquios, neoplasia das vias respiratórias, edema pulmonar não cardiogênico, lesão hepática medicamentosa, asma, bronquite, catarata, doença da laringe, hipersensibilidade respiratória, neoplasia da laringe, transtorno respiratório, tumor pulmonar, convulsão, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, alopécia, anemia, arterite, condição pré-maligna, conjuntivite, dermatite perioral, doença autoimune, doença congênita, doença da bexiga, doença da córnea, doença da tireoide, doença inflamatória pélvica, endometrite, eritema, eritema multiforme, esquizofrenia, estomatite, febre dos fenos, glaucoma, hipertensão ocular, hipotensão arterial, hipotiroidismo, lesões orais, neoplasia da bexiga, neoplasia da próstata, neurastenia, patologia uterina, pênfigo, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, poliarterite nodosa, rinite, rinite alérgica sazonal, sarcoma, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno somatoforme, tumor de pele, tumor do pâncreas, úlcera péptica, uveíte e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.