Hipertensão ocular
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Que lesão de órgão quimotripsina pode causar? hipertensão ocular, glaucoma, anafilaxia, neuropatia óptica, retinopatia, exantema medicamentoso, ceratite, descolamento de retina, doença da córnea, hipersensibilidade respiratória, edema pulmonar não cardiogênico, ametropia, artrite, artropatia, asma, atrofia óptica, cegueira, colite, conjuntivite, doença autoimune, doença congênita, doença do ouvido, doença dos brônquios, doença inflamatória pélvica, doença pulmonar obstrutiva, encefalomielite autoimune experimental, endometrite, esclerose múltipla, gastroenterite, neurite óptica, osteoartrite, paralisia, patologia uterina, perturbação sensorial, pneumonia, salpingite e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.