Parkinsonismo
BProvávelNeurológicaSimétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
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Que lesão de órgão rotenona pode causar? parkinsonismo, lesão hepática medicamentosa, disfunção cognitiva, catalepsia patológica, perturbação cognitiva, retinopatia, doença genética, neuropatia óptica, atrofia óptica, miopatia, neuropatia óptica hereditária de Leber, demência, doença cerebrovascular, taupatia, neuropatia periférica, doença da mama, nefropatia, neoplasia da mama, neuroblastoma, traumatismo craniano, tremor, tumor neuroectodérmico primitivo, adenocarcinoma, adenoma, arritmia cardíaca, carcinoma, choreia, coma, complicações na gravidez, dispraxia, doença de Alzheimer, doença de Huntington, doença do neurônio motor, doença endócrina, encefalite, epilepsia, fibrilhação ventricular, fibroma, fraqueza muscular, hiperalgesia, hipertensão arterial, hipertonia, hipocinesia, insuficiência renal, insuficiência respiratória, isquémia cerebral, miopatia mitocondrial, nevralgia, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, proteinúria, reabsorção fetal, rigidez Muscular, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno respiratório e transtornos do humor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.