Convulsão
BProvávelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
- Literatura:
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Que lesão de órgão soman pode causar? convulsão, estado de mal epilético, epilepsia, perturbação cognitiva, arritmia cardíaca, transtorno respiratório, insuficiência respiratória, neurodegeneração, tremor, hipertensão arterial, miopatia, traumatismo craniano, bolha, neuropatia periférica, bloqueio de ramo, disfunção cognitiva, edema cerebral, encefalite, hipotensão arterial, hipóxia cerebral, miose, paralisia, cardiomiopatia, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, esteatose hepática, acidente vascular cerebral, apneia, cardiopatia congênita, doença cerebrovascular, epistaxe, hipercinesia, hipertonia, infarto cerebral, intussuscepção, isquémia cerebral, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, malformações cefálicas congênitas, obstrução intestinal, paralisia respiratória, perturbação de ansiedade, rigidez Muscular e taquicardia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.