Arritmia cardíaca
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Que lesão de órgão indapamida pode causar? arritmia cardíaca, exantema medicamentoso, doença ocular, doença congênita, perturbação sensorial, hipotensão arterial, torsades de pointes, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, urticária e angioedema, ametropia, cardiopatia congênita, eritema, eritema multiforme, fibrilhação ventricular, hipertensão arterial, lesões orais, miopia, nefropatia, taquicardia, taquicardia ventricular, infarto do miocárdio, agranulocitose, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, fotossensibilidade, catarata, choque cardiogênico, citopenia, diabetes mellitus, doença autoimune, estomatite, leucopenia, miopatia, neutropenia, pênfigo, tosse, transtorno respiratório, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, erupção fixa por droga, angina, angioedema, cãibra, cardiomegalia, dissonia, distúrbio da Pigmentação, doença cerebrovascular, doença da tireoide, doença genética, hepatomegalia, hiperpigmentação, hipersonia, hipertensão arterial essencial, hipertiroidismo, hipertrofia ventricular esquerda, insuficiência renal, nefrite, perda de consciência, rabdomiólise, síncope, síndrome de Brugada, transtorno auditivo e zumbido.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.