Cidofovir

Que lesão de órgão cidofovir pode causar? uveíte, insuficiência renal, lesão renal aguda, irite, proteinúria, cistite hemorrágica, nefropatia, citopenia, leucopenia, agranulocitose, carcinoma, doença genética, neutropenia, exantema medicamentoso, acidose tubular renal, carcinoma espinocelular, doença da córnea, doença da laringe, imunodeficiência, insuficiência renal crônica, miopatia, neoplasia das vias respiratórias, retinopatia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, lesão hepática medicamentosa, diabetes insipidus nefrogênico, pneumonia em organização, alopécia, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, ceratite, cistite, condição pré-maligna, degenerescência macular, diabetes insípida, diátese hemorrágica, doença da bexiga, doença desmielinizante, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, edema da glote, edema macular, encefalite, enterite, eosinofilia, fibrose pulmonar idiopática, gastroenterite, glicosúria, hematúria, hemoptise, hemorragia intraocular, hipertensão ocular, neoplasia da laringe, perturbação sensorial, pneumonia intersticial idiopática, polidactilia, síndrome de Fanconi, síndrome inflamatória de reconstituição imune, surdez, transtorno auditivo e uremia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
11 de 14 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Literatura:
54 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Poliúria hipotônica que não responde à desmopressina. O lítio é o exemplo que se ensina, e o efeito pode persistir depois de anos de uso.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia em organização

CPossívelRespiratória

Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.