Cetoacidose diabética
BProvávelEndócrina- Literatura:
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Que lesão de órgão canagliflozina pode causar? cetoacidose diabética, cetoacidose euglicêmica, diabetes mellitus, nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, diabetes mellitus tipo 2, glicosúria, insuficiência cardíaca, doença óssea, pancreatite, síndrome de Fournier, doença genética, doença vulvar, infeção do trato urinário, insuficiência renal crônica, neoplasia, poliglobulia, síndrome de Fanconi, vaginite, vaginite por candidíase, vulvite, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, acidente vascular cerebral, acidose tubular renal, doença cerebrovascular, faringite, fimose, isquemia mesentérica, nasofaringite, nefrite, nefropatia diabética, osteomielite, osteopenia, perda de consciência, perturbação sensorial, pielonefrite, prurido, sarcopenia e síncope.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Acidose com cetona alta e glicemia abaixo de 250, que é justamente o que faz não pensar em cetoacidose. As gliflozinas são a causa, e o risco concentra-se em jejum, cirurgia e doença aguda — por isso suspender antes do procedimento.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.