Diabetes mellitus
CPossívelEndócrina- Literatura:
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Que lesão de órgão glimepirida pode causar? diabetes mellitus, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, acidente vascular cerebral, diabetes mellitus tipo 2, doença cerebrovascular, colestase, pancreatite, infarto do miocárdio, arritmia cardíaca, nefropatia, derrame pleural, insuficiência cardíaca, trombocitopenia, adenocarcinoma, asma, carcinoma, catarata, citopenia, coagulopatia, colestase intra-hepática da gravidez, coma, derrame pericárdico, doença da tireoide, doença dos brônquios, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, doença vulvar, eosinofilia, fibrilhação ventricular, glicosúria, hepatocarcinoma, hipersensibilidade respiratória, infarto cerebral, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, isquémia cerebral, osteoporose, pancreatite crônica, perda de consciência, proteinúria, púrpura, síndrome de Fournier, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, transtorno factício, transtorno somatoforme, vaginite, vasculite e vulvite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.