Que lesão de órgão valsartana pode causar? insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, enteropatia tipo espru, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, urticária e angioedema, fotossensibilidade, hipotensão arterial, nefropatia, angioedema, insuficiência renal, hipertensão arterial, demência, diabetes mellitus, disfunção ventricular esquerda, doença celíaca, má-absorção intestinal, melanoma, nefrite, perturbação sensorial, tosse, transtorno respiratório, tumor de pele, tumor neuroendócrino, disfunção cardíaca por terapia oncológica, arritmia cardíaca, carcinoma, complicações na gravidez, doença de Alzheimer, doença genética, doença periodontal, faringite, lesões orais, nasofaringite, nefropatia diabética, neoplasia da próstata, oligo-hidrâmnio, patologia uterina, psoríase, síndrome de Fanconi, sindrome vasoplégica, taquicardia, taquicardia ventricular e taupatia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Diarreia crônica com perda de peso e atrofia vilositária que imita doença celíaca — mas com sorologia negativa e sem resposta à dieta sem glúten. Some semanas depois de suspender a olmesartana, e meses de investigação se resolvem com uma pergunta.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Queda da fração de ejeção durante ou depois do tratamento do câncer. A da antraciclina depende da dose acumulada e costuma ficar; a do trastuzumabe não depende e costuma voltar ao suspender — por isso a conduta diante do mesmo número é diferente.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.