Neuropatia periférica
CPossívelNeurológicaSensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
- Relatos no FAERS:
- 3.175
- ROR:
- 5,9 (IC 95% 5,7–6,1)
- Literatura:
- 1 artigos
Que lesão de órgão teriflunomida pode causar? neuropatia periférica, exantema medicamentoso, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, lesão hepática medicamentosa, doença autoimune, esclerose múltipla, complicações na gravidez, encefalite, encefalite viral, leucoencefalopatia multifocal progressiva, psoríase, artrite, artropatia, citopenia, colite, exantema, gastroenterite, imunodeficiência, leucopenia, linfocitopenia, dRESS, artrite reumatoide, dissonia, doença de Raynaud, embolia, embolia pulmonar, hipertensão arterial, lesão pulmonar, lesões orais, linfoma, linfoma folicular, linfoma não Hodgkin, lúpus eritematoso discóide, lúpus eritematoso sistêmico, mononeuropatia, nevralgia do trigémeo, parassonia, penfigoide bolhoso, proteinúria, síndrome das pernas inquietas, síndrome do túnel carpal, transtornos linfoproliferativos, trombose e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.