Ocrelizumabe

Que lesão de órgão ocrelizumabe pode causar? agranulocitose, citopenia, leucopenia, neutropenia, imunodeficiência, transtornos linfoproliferativos, encefalite viral, gastroenterite, leucoencefalopatia multifocal progressiva, colite, linfocitopenia, psoríase, pneumonia em organização, pneumonite intersticial, exantema medicamentoso, pericardite, fibrose pulmonar, infarto do miocárdio, discinesia tardia, doença autoimune, esclerose múltipla, encefalite, complicações na gravidez, doença do soro, lesão hepática medicamentosa, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, meningite, dRESS, aborto espontâneo, alopécia, artrite, artropatia, choque cardiogênico, doença óssea, endocardite, enterite, eosinofilia, fibrose pulmonar idiopática, histiocitose, lesões orais, linfo-histiocitose hemofagocítica, meningite asséptica, neoplasia, pancreatite, pneumonia intersticial idiopática e proteinúria.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
607
ROR:
1 (IC 95% 0,91)
Literatura:
15 de 18 artigos

Pneumonia em organização

CPossívelRespiratória

Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.

Relatos no FAERS:
69
ROR:
4,6 (IC 95% 3,75,9)
Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
115
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,6)
Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
833
ROR:
0,4 (IC 95% 0,40,4)
Literatura:
7 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Relatos no FAERS:
45
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,5)
Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
16
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,4)
Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
161
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Discinesia tardia

CPossívelNeurológica

Movimentos orofaciais depois de meses a anos de bloqueio dopaminérgico. Pode ser permanente, e aumentar a dose mascara antes de piorar.

Relatos no FAERS:
25
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.