Midríase
BProvávelOcular- Literatura:
- 22 de 24 artigos
Que lesão de órgão ipratrópio pode causar? midríase, anisocoria, glaucoma, hipertensão ocular, cardiomiopatia, arritmia cardíaca, lesões orais, transtorno respiratório, acidente vascular cerebral, disfunção ventricular esquerda, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, miocardiopatia de takotsubo, taquicardia, tremor, xerostomia, infarto do miocárdio, doença pulmonar obstrutiva, insuficiência respiratória, obstrução intestinal, perdigoto, perturbação sensorial, perturbação visual, retenção urinária, broncoespasmo, broncoespasmo paradoxal, insuficiência cardíaca, valvopatia, acidose respiratória, anafilaxia, asma, bolha, cardiomiopatia hipertrófica, choreia, complicações na gravidez, confusão, dispneia, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva crônica, epistaxe, estenose aórtica, faringite, hipersensibilidade respiratória, íleo paralítico, lesão pulmonar, necrose avascular, obstrução das vias aéreas, pseudo-obstrução intestinal, rinite, síndrome de aspiração de mecônio e taquicardia supraventricular.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Piora logo depois da inalação que deveria aliviar. O reflexo é repetir a dose, e a conduta é o contrário: parar o dispositivo. Conservante e propelente respondem por parte dos casos, então a mesma molécula em outra apresentação costuma ser tolerada — trocar o veículo antes de abandonar o broncodilatador.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.