Fenoterol

Que lesão de órgão fenoterol pode causar? edema pulmonar não cardiogênico, arritmia cardíaca, tremor, asma quase fatal, doença dos brônquios, complicações na gravidez, asma, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, cardiomiopatia, taquicardia, insuficiência cardíaca, transtorno respiratório, síndrome do desconforto respiratório agudo, hiper-reatividade brônquica, nefropatia, cardiomegalia, taquicardia supraventricular, broncoespasmo, broncoespasmo paradoxal, infarto do miocárdio, valvopatia, lesão hepática medicamentosa, cardiomiopatia hipertrófica, cólica, descolamento prematuro da placenta, diabetes na gravidez, dispneia, doença do sistema nervoso central, doença óssea, embolia, embolia pulmonar, eritema, eritema multiforme, estenose aórtica, exantema, hidronefrose, hipertricose, hipertrofia ventricular direita, icterícia neonatal, íleo paralítico, mioclonia, miopatia, obstrução intestinal, pseudo-obstrução intestinal, retinopatia, retinopatia da prematuridade e transtorno puerperal.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Asma quase fatal

BProvávelRespiratória

Crise com hipercapnia, rebaixamento ou parada — e a história costuma ter um gatilho evitável: betabloqueador, AINE em quem tem doença respiratória exacerbada por aspirina, ou o próprio broncodilatador em excesso.

Literatura:
5 de 5 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
7 de 15 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
5 de 10 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Broncoespasmo paradoxal

CPossívelRespiratória

Piora logo depois da inalação que deveria aliviar. O reflexo é repetir a dose, e a conduta é o contrário: parar o dispositivo. Conservante e propelente respondem por parte dos casos, então a mesma molécula em outra apresentação costuma ser tolerada — trocar o veículo antes de abandonar o broncodilatador.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Valvopatia

CPossívelCardíaca

Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.