Edema pulmonar não cardiogênico
BProvávelRespiratóriaEdema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
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Que lesão de órgão fenoterol pode causar? edema pulmonar não cardiogênico, arritmia cardíaca, tremor, asma quase fatal, doença dos brônquios, complicações na gravidez, asma, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, cardiomiopatia, taquicardia, insuficiência cardíaca, transtorno respiratório, síndrome do desconforto respiratório agudo, hiper-reatividade brônquica, nefropatia, cardiomegalia, taquicardia supraventricular, broncoespasmo, broncoespasmo paradoxal, infarto do miocárdio, valvopatia, lesão hepática medicamentosa, cardiomiopatia hipertrófica, cólica, descolamento prematuro da placenta, diabetes na gravidez, dispneia, doença do sistema nervoso central, doença óssea, embolia, embolia pulmonar, eritema, eritema multiforme, estenose aórtica, exantema, hidronefrose, hipertricose, hipertrofia ventricular direita, icterícia neonatal, íleo paralítico, mioclonia, miopatia, obstrução intestinal, pseudo-obstrução intestinal, retinopatia, retinopatia da prematuridade e transtorno puerperal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Crise com hipercapnia, rebaixamento ou parada — e a história costuma ter um gatilho evitável: betabloqueador, AINE em quem tem doença respiratória exacerbada por aspirina, ou o próprio broncodilatador em excesso.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Piora logo depois da inalação que deveria aliviar. O reflexo é repetir a dose, e a conduta é o contrário: parar o dispositivo. Conservante e propelente respondem por parte dos casos, então a mesma molécula em outra apresentação costuma ser tolerada — trocar o veículo antes de abandonar o broncodilatador.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.