Cetoacidose diabética
BProvávelEndócrina- Literatura:
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Que lesão de órgão fenformina pode causar? cetoacidose diabética, pancreatite, diabetes mellitus, hipertensão arterial, nefropatia, hipertensão pulmonar, lesão hepática medicamentosa, miopatia, infarto do miocárdio, cegueira, choque cardiogênico, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, coma diabético, diátese hemorrágica, perturbação sensorial, trombofilia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, convulsão, acidose tubular renal, anemia, arritmia cardíaca, coma, dermatopatia, dispneia, doença da tireoide, doença do sistema nervoso central, doença genética, flebite, hematúria, hepatomegalia, hipertiroidismo, hipotensão arterial, hipotensão postural, insuficiência renal, má-absorção intestinal, nefropatia diabética, neoplasia das vias respiratórias, patologia uterina, perda de consciência, retinopatia, retinopatia diabética, sangramento gastrointestinal, sarcoma, transtorno respiratório, tromboflebite, trombose, trombose venosa, tumor pulmonar e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.