Erlotinibe

Que lesão de órgão erlotinibe pode causar? exantema medicamentoso, doença da córnea, ceratite, úlcera de córnea, pneumonite por radiação, pneumonite intersticial, agranulocitose, lesão hepática medicamentosa, exantema, infeção ocular, nefropatia, paroníquia, uveíte, prurido, cardiomiopatia, lesão renal aguda, foliculite, hipertricose, insuficiência renal, lesões orais, melanoma, miopatia, nefrite, neoplasia das vias respiratórias, nevo, tumor de pele, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar, dano alveolar difuso, pneumonite por recall de radiação, infarto do miocárdio, nefrite intersticial aguda, pneumonite por inibidor de EGFR, alopécia, anafilaxia, anemia, anemia megaloblástica, blefarite, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, citopenia, conjuntivite, doença autoimune, doença da bexiga, doença genética, eosinofilia, eritema, esclerite, estomatite, fístula liquórica, gastroenterite, glomerulonefrite, hematúria, ictiose, lesão pulmonar, leucopenia, neoplasia da bexiga, neoplasia dos brônquios, neutropenia, polimialgia reumática, queratose, rabdomiólise, rosácea, síndrome de Sweet, traumatismo craniano e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Exantema medicamentoso

AEstabelecidoCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.095
ROR:
2,8 (IC 95% 2,63)
Literatura:
29 de 128 artigos

Pneumonite por radiação

CPossívelRespiratória

Entra aqui porque a droga é o gatilho: o infiltrado respeita o campo irradiado e reacende meses depois quando entra gencitabina, taxano ou antraciclina — o fenômeno de recall.

Relatos no FAERS:
39
ROR:
31,3 (IC 95% 22,843)
Literatura:
1 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
140
ROR:
3 (IC 95% 2,53,5)
Literatura:
9 de 75 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
52
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,5)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
18
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,5)
Literatura:
6 de 22 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
2 artigos

Dano alveolar difuso

CPossívelRespiratória

O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.

Literatura:
1 artigos

Pneumonite que reacende dentro do campo já irradiado, às vezes meses depois, quando entra a quimioterapia — gencitabina e taxano são os nomes de sempre. O infiltrado obedece ao desenho do campo de radioterapia e não à anatomia do lobo, e é isso que separa de progressão e de infecção.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Pneumonite por inibidor de EGFR

CPossívelRespiratória

Incidência muito maior em japoneses, e mortalidade alta quando o padrão é dano alveolar difuso. Aparece nas primeiras semanas; fibrose prévia é o principal fator de risco conhecido.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.