Que lesão de órgão erlotinibe pode causar? exantema medicamentoso, doença da córnea, ceratite, úlcera de córnea, pneumonite por radiação, pneumonite intersticial, agranulocitose, lesão hepática medicamentosa, exantema, infeção ocular, nefropatia, paroníquia, uveíte, prurido, cardiomiopatia, lesão renal aguda, foliculite, hipertricose, insuficiência renal, lesões orais, melanoma, miopatia, nefrite, neoplasia das vias respiratórias, nevo, tumor de pele, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar, dano alveolar difuso, pneumonite por recall de radiação, infarto do miocárdio, nefrite intersticial aguda, pneumonite por inibidor de EGFR, alopécia, anafilaxia, anemia, anemia megaloblástica, blefarite, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, citopenia, conjuntivite, doença autoimune, doença da bexiga, doença genética, eosinofilia, eritema, esclerite, estomatite, fístula liquórica, gastroenterite, glomerulonefrite, hematúria, ictiose, lesão pulmonar, leucopenia, neoplasia da bexiga, neoplasia dos brônquios, neutropenia, polimialgia reumática, queratose, rabdomiólise, rosácea, síndrome de Sweet, traumatismo craniano e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Entra aqui porque a droga é o gatilho: o infiltrado respeita o campo irradiado e reacende meses depois quando entra gencitabina, taxano ou antraciclina — o fenômeno de recall.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.
Pneumonite que reacende dentro do campo já irradiado, às vezes meses depois, quando entra a quimioterapia — gencitabina e taxano são os nomes de sempre. O infiltrado obedece ao desenho do campo de radioterapia e não à anatomia do lobo, e é isso que separa de progressão e de infecção.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Incidência muito maior em japoneses, e mortalidade alta quando o padrão é dano alveolar difuso. Aparece nas primeiras semanas; fibrose prévia é o principal fator de risco conhecido.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.