Nefropatia
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Que lesão de órgão diquat pode causar? nefropatia, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, insuficiência renal, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, traumatismo craniano, doença cerebrovascular, hemorragia intracraniana, transtorno respiratório, catarata, síndrome do desconforto respiratório agudo, gastroenterite, hemorragia intracerebral, complicações na gravidez, dermatopatia, esofagite, gastrite, insuficiência respiratória, lesão pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, nefrite intersticial aguda, parkinsonismo, pulmão por paraquat, disfunção testicular, dispneia, distúrbio da voz, doença congênita, doença da laringe, doença desmielinizante, enterite, faringite, hemorragia subaracnóide, lesão pulmonar aguda, lesões orais, miopatia, necrose tubular aguda, nefrite, proteinúria, rabdomiólise, tosse, traqueíte, traqueopatia, trauma facial e úlcera bucal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
O pneumócito concentra o paraquat ativamente e a fibrose fecha o pulmão em dias a semanas, depois de o doente parecer estável. Oxigênio piora — é o único envenenamento em que se titula a saturação para baixo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.