Ácido fluorídrico

Que lesão de órgão ácido fluorídrico pode causar? trauma facial, traumatismo craniano, transtorno respiratório, arritmia cardíaca, fibrilhação ventricular, edema pulmonar não cardiogênico, doença ocular, insuficiência respiratória, síndrome do desconforto respiratório agudo, pneumonite química, síndrome de disfunção reativa das vias aéreas, dispneia, doença da córnea, doença pulmonar obstrutiva, nefropatia, taquicardia, cardiomiopatia, lesão hepática medicamentosa, colite, gastroenterite, hipersensibilidade respiratória, insuficiência renal, parada cardíaca, taquicardia ventricular, pneumonite intersticial, insuficiência cardíaca, miocardite, lesão renal aguda, lesão pulmonar por inalação de fumaça, acidose respiratória, acidose tubular renal, asma, bolha, coagulopatia, conjuntivite, doença dos brônquios, doença genética, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva crônica, embolia, embolia pulmonar, enfisema pulmonar, lesão pulmonar, lesões orais, miopatia, pneumonia, pneumonite de hipersensibilidade, púrpura, rabdomiólise, sarcoma, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, telangiectasia e traqueopatia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Pneumonite química

CPossívelRespiratória

Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.

Literatura:
3 artigos

Asma que começa numa única exposição alta a irritante — cloro, amônia, fumaça — em quem nunca teve asma. A hiper-reatividade dura anos; é o diagnóstico que transforma um acidente em doença ocupacional.

Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

A queimadura da via aérea não aparece toda na admissão: o edema fecha a glote em horas, e o cianeto e o monóxido matam antes do pulmão. Rouquidão, escarro carbonáceo e queimadura de face pedem via aérea definitiva cedo.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.