Lesão pulmonar
BProvávelRespiratória- Literatura:
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Que lesão de órgão ricina pode causar? lesão pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome de extravasamento capilar, síndrome do desconforto respiratório agudo, lesão pulmonar aguda, lesão hepática medicamentosa, transtorno respiratório, neuropatia periférica, citopenia, nefropatia, pneumonia, trombocitopenia, arritmia cardíaca, insuficiência respiratória, proteinúria, sangramento gastrointestinal, bradicardia, anemia hemolítica, anemia, ataxia, celulite, ceratite, coma, complicações na gravidez, conjuntivite, doença congênita, doença da córnea, doença do neurônio motor, enterite, gastroenterite, hidrocefalia, hipersensibilidade respiratória, leucocitose, leucopenia, miopatia, miosite, mononeuropatia, obstrução das vias aéreas, perda de consciência, síndrome hemolítica-urémica, trombose, uremia e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Hipotensão com hemoconcentração e edema pulmonar por fuga de albumina. Volume agrava, e o que salva é suspender a droga — interleucina-2, gencitabina, fator estimulador de colônias.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.