Paralisia
BProvávelNeurológica- Literatura:
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Que lesão de órgão ciclizina pode causar? paralisia, transtorno respiratório, distonia, insuficiência respiratória, miopatia, paralisia respiratória, lesão hepática medicamentosa, convulsão, exantema medicamentoso, anomalias craniofaciais, fenda labial, fenda palatina, lesões orais, úlcera, pneumonia eosinofílica, broncoespasmo, pneumonia eosinofílica aguda, lesão renal aguda, urticária e angioedema, erupção fixa por droga, alucinação, ambliopia, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, ataxia, cãibra, choreia, claudicação intermitente, colite, complicações na gravidez, convulsão febril, doença arterial periférica, doença do pé, doença dos brônquios, doença genética, edema cerebral, eosinofilia, gastroenterite, hipotensão arterial, hipotensão postural, insuficiência renal, nefropatia, parada cardíaca, perturbação mental, perturbação sensorial, rabdomiólise, retinite pigmentosa, retinopatia, síndrome hipereosinofílica, taquicardia, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, tetraplegia, tosse e tremor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.