Cetuximabe

Que lesão de órgão cetuximabe pode causar? exantema medicamentoso, pneumonite intersticial, agranulocitose, trombocitopenia, lesão renal aguda, fibrose pulmonar, exantema, citopenia, lesões orais, nefropatia, leucopenia, neutropenia, paroníquia, anafilaxia, hipertricose, meningite, meningite asséptica, doença genética, doença vascular, estomatite, gastroenterite, prurido, erro metabólico hereditário, insuficiência renal, nevo, tumor de pele, síndrome nefrótica, pneumonia em organização, acne, alopécia, arritmia cardíaca, blefarite, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, celulite, disfagia, doença autoimune, doença das glândulas sebáceas, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, eritema, fibrose pulmonar idiopática, foliculite, hematemese, insuficiência respiratória, melanoma, pancreatite, penfigoide bolhoso, perda auditiva sensorioneural, perturbação sensorial, pneumonia intersticial idiopática, proteinúria, sangramento gastrointestinal, surdez, taquicardia, taquicardia supraventricular, transtorno auditivo, transtorno respiratório e tumor neuroendócrino.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

AEstabelecidoCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
2.203
ROR:
2,2 (IC 95% 2,12,3)
Literatura:
40 de 161 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
208
ROR:
1,8 (IC 95% 1,52)
Literatura:
10 de 26 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
373
ROR:
1,2 (IC 95% 1,11,3)
Literatura:
5 de 25 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
252
ROR:
0,7 (IC 95% 0,70,8)
Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
401
ROR:
0,6 (IC 95% 0,60,7)
Literatura:
2 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
15
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,7)
Literatura:
1 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Relatos no FAERS:
8
Literatura:
1 artigos

Pneumonia em organização

CPossívelRespiratória

Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.