Urticária e angioedema
BProvávelCutâneaImediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
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Que lesão de órgão alisquireno pode causar? urticária e angioedema, angioedema, lesão renal aguda, hipotensão arterial, tosse, transtorno respiratório, nefropatia, insuficiência renal, diabetes mellitus, lesão hepática medicamentosa, acidente vascular cerebral, doença autoimune, doença cerebrovascular, hipertensão arterial, cardiomiopatia, infarto do miocárdio, arritmia cardíaca, diabetes mellitus tipo 1, nefrite, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, prolongamento do intervalo QT, cardiomegalia, cardiopatia congênita, poliúria, nefrite intersticial aguda, convulsão, alopécia, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, colite, disfunção erétil, encefalomielite autoimune experimental, fibrilação auricular, gastroenterite, glomerulonefrite, hiperalgesia, insuficiência renal crônica, isquémia cerebral, nefropatia diabética, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia dos brônquios, peritonite, perturbação sensorial, pleurisia, proteinúria, retinopatia, retinopatia diabética, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, tumor pulmonar, úlcera gástrica e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.