Gastroenterite
BProvávelDigestiva- Literatura:
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Que lesão de órgão ácido poliestirenossulfônico pode causar? gastroenterite, colite, obstrução intestinal, sangramento gastrointestinal, úlcera péptica, úlcera gástrica, colite isquêmica, pneumonia, pneumonia por aspiração, enterite, granuloma, gastrite, nefropatia, síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência cardíaca, trombocitopenia, acidose tubular renal, cetoacidose diabética, cistite, citopenia, colite ulcerosa, coma diabético, coma hiperosmolar hiperglicémico, diabetes mellitus, diverticulite, diverticulose, doença da bexiga, doença genética, doença inflamatória intestinal, doença ocular, enterite necrotizante, enterocolite, epilepsia, esofagite, fístula anal, fístula reto-vaginal, íleo paralítico, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, isquemia mesentérica, letargia, melena, miopatia, pancreatite, tetania, transtorno respiratório, trauma facial, traumatismo craniano, trombose e úlcera duodenal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.