Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
- Literatura:
- 15 artigos
Que lesão de órgão ácido fusídico pode causar? exantema medicamentoso, miopatia, rabdomiólise, citopenia, leucopenia, agranulocitose, lesão renal aguda, insuficiência renal, trombocitopenia, nefropatia, neutropenia, gastroenterite, trombose, lesão hepática medicamentosa, colestase, neuropatia periférica, anemia, anemia sideroblástica, doença autoimune, enterocolite, flebite, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, síndrome mielodisplásica, tromboflebite, trombose venosa, vasculite, convulsão, acantose nigricans, acne, colite, colite pseudomembranosa, colite ulcerosa, diabetes mellitus, distúrbio da Pigmentação, doença cerebrovascular, doença das glândulas sebáceas, doença inflamatória intestinal, doença ocular, eritrodermia, espasmo, fraqueza muscular, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiperpigmentação, melanose, necrose tubular aguda, onicólise, pancitopenia, pancreatite, pênfigo, perturbação cognitiva, polineuropatia, síndrome de Guillain-Barré, trauma facial e traumatismo craniano.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.