Que lesão de órgão ranibizumabe pode causar? lesão renal aguda, nefropatia, insuficiência renal, infarto do miocárdio, retinopatia, infeção ocular, endoftalmite, hipertensão ocular, degenerescência macular, doença cerebrovascular, diabetes mellitus, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral, descolamento de retina, edema macular, perturbação sensorial, trombose, glaucoma, hemorragia intraocular, proteinúria, cegueira, hemorragia retinal, insuficiência renal crônica, ptose, retinopatia diabética, trombose venosa, uveíte, vasculite, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, osteonecrose dos maxilares por medicamento, alucinação, angina, angioedema, baixa visão, blefarite, catarata, ceratite, dispneia, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, doença da laringe, doença pulmonar obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, edema da glote, escotoma, glomerulonefrite, herpes, hiperpigmentação, nefrite, queratite herpética e transtorno respiratório.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.