Meta-hemoglobinemia
BProvávelHematológicaCianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
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Que lesão de órgão nitrato de prata pode causar? meta-hemoglobinemia, doença da córnea, distúrbio da Pigmentação, traumatismo craniano, trauma facial, conjuntivite, nefropatia, lesões orais, perturbação sensorial, exantema medicamentoso, ceratite, fibrose pleural, lesão renal aguda, doença da bexiga, doença do ouvido, doença periodontal, hiperpigmentação, insuficiência renal, perturbação visual, derrame pleural, cardiomiopatia, miocardite, lesão hepática medicamentosa, insuficiência hepática aguda, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, cistite hemorrágica, ageusia, anafilaxia, artrite, artropatia, blefarite, citopenia, colangite, conjuntivite neonatal, descolamento de retina, doença dos brônquios, doença nasal, eritema, eritema multiforme, estomatite, gengivite, gengivite ulcerativa necrosante aguda, granuloma, hiperalgesia, infeção ocular, insuficiência hepática, leucopenia, necrose das papilas renais, necrose tubular aguda, nefrite, periodontite, peritonite, pleurisia, pneumonia, refluxo vesicouretral, retinopatia, telangiectasia e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.